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Scanner de cartão de visita

Cartões viram contatos na sua própria máquina, quantos forem.

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Seus arquivos ficam no seu dispositivo

Esta ferramenta roda inteiramente no seu navegador. Nada é enviado, nada é armazenado, e você pode até desligar a internet antes de começar.

Como funciona

  1. Adicione fotos dos cartões — quantas quiser, um cartão por imagem.
  2. Escolha um .vcf para o celular, um .csv para planilha ou CRM, ou os dois.
  3. Toque em Ler os cartões. O reconhecedor (cerca de 8 MB) é baixado só na primeira vez.
  4. Abra o arquivo e confira antes de importar. O que foi lido é um rascunho, e o campo que sai errado nunca é o que você conferiria.

Perguntas frequentes

Como ele sabe qual linha é o nome?
Principalmente pela diagramação. Os campos que uma máquina reconhece com segurança — um e-mail, um site, um telefone, um CEP — são separados primeiro, e aí sobra muito pouco para adivinhar. Do que sobra, a empresa costuma se identificar sozinha (Ltda, S.A., Inc, GmbH) e o cargo também (Diretora, Gerente, Manager); a maior linha restante é o nome, porque em quase todo cartão do mundo o nome é a maior coisa nele. Um cartão que quebre essa convenção será lido errado — por isso o resultado é um rascunho.
Quais idiomas ele lê?
Caracteres japoneses e chineses, kana e o alfabeto latino com os acentos do alemão, francês, espanhol, português, italiano e turco. Para um cartão em coreano, mude “Idioma do texto” para Coreano: aí quem lê é um segundo reconhecedor, que conhece as 11.172 sílabas hangul e também o inglês e os números que os cartões coreanos misturam. Na primeira vez ele baixa 3,7 MB. O reconhecedor padrão não tem um único caractere hangul, então com ele um cartão coreano volta vazio.
Dá para fazer uma pilha inteira?
Sim. Adicione todas as fotos de uma vez; a planilha recebe uma linha por cartão e o .vcf contém todos os contatos, então é um arquivo só para importar. Um cartão que não pôde ser lido aparece nomeado no resultado em vez de sumir calado.
As fotos são enviadas para algum lugar?
Não, e é aqui que isso pesa mais. Um cartão de visita são os dados pessoais de outra pessoa, entregues em confiança; passar uma pilha deles por um serviço é um compartilhamento que você faz no lugar dela — e diante da LGPD é o seu compartilhamento que precisa se justificar. Aqui o reconhecedor é carregado no seu navegador e as imagens são lidas na sua própria máquina.
E se ele colocar algo no campo errado?
Tudo o que foi lido vai também para as anotações do contato, a menos que você desligue isso — então uma linha que ele não soube colocar, ou colocou errado, continua no contato, à vista. Corrigir vira mover texto, e não procurar o cartão de novo.
Como fotografar?
De frente, preenchendo o quadro, com luz uniforme e em foco. Um celular na perpendicular sobre o cartão na mesa já basta; torto, meio na sombra ou fotografado do outro lado da mesa, muitas vezes não é lido. Um escaneamento de mesa é o melhor. Se um cartão saiu torto, endireite antes com a correção de perspectiva.

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